Relógio Digital

terça-feira, 22 de junho de 2010

TURMA 4º ANO 01 MATUTINO DA PROF ELENIR.

Baseado na música: "O caderno" de Toquinho e Chico Buarque de Holanda.

Texto 1

CADERNO, O NOSSO COMPANHEIRO.

Aluna: Renata Abatti dos Santos

              Há muito tempo atrás não era todo mundo que sabia escrever, eram sós os escribas que sabiam escrever.
             Eles escreviam numa folha feita de uma planta chamada papiro, enrolavam e guardavam.
             Os anos se passaram e eles começaram a escrever nas paredes dos Palácio com um ferramenta e um martelo.

                Há muito, muito tempo atrás eles também matavam os elefantes para fazer a capa do caderno mas eles só pegavam, o marfim.

                 Também um tempo atrás eles pegavam uma tábua com cera de albelha e com um estilete com uma ponta fina e outro mais grossa eles escreviam e se ele errassem ele passavam o estilete e apagavam.

CUIDADOS COM OS CADERNOS:

  • NÃO MOLHAR
  • NÃO RABISCAR
  • NÃO RASGAR
  • NÃO JOGAR
  • NÃO DAR PARA OS IRMÃOS MENORES.

Texto 2

CADERNO, O NOSSO COMPANHEIRO.

Aluno: Willian Alessandro de Souza Pires.

                   O caderno é muito importante para todos porque se você precisar estudar para prova, vai estar tudo lá, é importante não faltar às aulas porque você vai perder a oportunidade de aprender mais.

              O caderno já existia há muito tempo atrás. Ele era feito de papiro, de couro de animais e agora já existe o caderno com folhas, capas e não precisam matar mais os elefantes para fazerem a capa dos cadernos.

              Hoje em dia já não precisamos guardar na cabeça tudo que nós escrevemos. Antigamente as pessoas escreviam em uma lousa, e quando esta lousa estivesse cheia, eles tinha que guardar na memória e apagavam tudo que tinham escrito.

              Mas hoje mudou. Agora temos o caderno e não precisamos momirzar na cabeça é só pegar o caderno e vai estar tudo lá.

Texto 3

CADERNO, O NOSSO COMPANHEIRO.

Aluno: Leonardo Fernades Furtado

                Eu sempre pedia para minha mãe um caderno, mas eu era muito pequeno, não sabia ler e escrever, pois, tinha 3 anos, eu estava ainda apenas na creche, mas até o dia em que completei 6 anos de idade quando entrei na escola minha mãe só me deu um lápis, lápis de cor, borracha, estojo e não me deu um caderno.

              Depois eu e minha mãe fomos nos deitar eu me pus a rezar pedindo a Deus um caderno, e ele atendeu o meu pedido. Meu pai comprou um caderno, um livro para mim, naquele dia eu fiquei a criança mais alegre do mundo. Eu chorei me confessei para meu caderno, apartir daquele dia o meu caderno era o meu melhor amigo.

            Eu agradecia todos os dias ao meu pai. Eu nunca rasguei folha do meu caderno porque além disso ele é o meu espelho.

Texto 4

CADERNO, O NOSSO COMPANHEIRO.

Aluno: Adriele Ap. A. Oliveira

                   O caderno é muito antigo e já passou por muitas mudanças, teve muitos nomes.

                 O pergaminho era feito de uma planta chamada papiro.

                Essa folha era fervida e que fazia uma gosma branca que depois era colocada para secar no sol e era escrita pelos escribas.

               Outro tipo de “caderno” eram as pedras, que eram escritas com uma ferramenta com uma ponta grossa e a outra fina.

             Eles escreveram coma ferramenta e com um martelo e martelavam. Quando erravam eles apagavam com a ponta grossa raspando.

             Outro tipo de caderno é feirta com uma madeira, é feita com cera de abelha, com um estilete eles escreviam e com a parte da ponta grosa eles apagavam raspando.

              Outro tipo de caderno era um quadro pequeno de madeira e escreviam com o giz de quadro e tinham que guardar tudo na cabeça o que aprendiam.

            Hoje em dia, o caderno tem vários tipos e de todos os tamanhos e jeitos diferentes.

Texto 5

CADERNO, O NOSSO COMPANHEIRO.

Aluno: Andriele Gladum

              O caderno é amigo, nós não podemos jogar num canto qualquer pois vai encher de sujeira, orelha de burro. O caderno passou por várias gerações até chegar a esse ripo de caderno.

               Agora a gente ganha pronto o nosso caderno. Tem de vários tipos de capa e cor, de figuras, de desenhos e as pessoas não precisam mais matar elefantes para fazer a capa. As folhas não são feitas de plantas, são feitas de celulose, de árvores, por isso a gente tem que cuidar bem do nosso caderno por que agora eles cortam muitas árvores para fazê-los.

                 Tem gente que joga o caderno num canto e deixa, tem gente que guarda mas esquece e deixa suas histórias no caderno. Na música “O Caderno” conta que a menina guardou e esqueceu do caderno quando ela teve uma filha a sua filha foi lá e achou a chave onde ela escondeu e sua filha pegou e abriu e tirou o caderno de sua mãe e ela começou a contar que ela foi a escola e foi contando até o fim de seu caderno.

                O caderno é amigo. Nós naço podemos jogar num canto qualquer pois vai encher de poeira, orelha de burro.

                 O caderno passou por várias gerações até chegar a esse tipo de caderno. Agora a gente ganha pronto o nosso caderno. Tem de vários tipos de caderno: tem de capa dura e de figuras de desenhos animados e as pessoas não precisam matar os elefantes para fazer a capa.

                  As folhas não são feitas de plantas são feitas de celulose por isso a gente tem que cuidar bem do nosso caderno por que agora eles cortam muitas árvores para fazê-los.

                 Tem gente que joga o caderno num canto qualquer tem gente que guarda mas esquece e deixa sua história no caderno.

                 Na música “O Caderno”, ela conta que a menina guardou e esqueceu e trancou com a chave e passou vários anos e quando ela teve sua filha, a sua filha achou a chave, abriu e pegou o caderno de sua mãe e a sua mãe contou que ela ia à escola, ela contou do começo ao fim do seu caderno.

Texto 6

CADERNO, O NOSSO COMPANHEIRO.

Aluno: Andiara Müller

               O caderno foi criado pelos antigos quando eles não tinham caderno. Eles matavam as ovelhas, raspavam a lã e colocavam o couro pra secar. Quando estava seco eles escreviam e enrolavam para guardar.

              Outros povos pegavam uma tábua alisavam e iam na aula e escreviam com gis, depois apagavam e guardavam tudo na memória.

              Para fazer a capa do caderno, algumas pessoas antigamente, matavam o elefante e tiravam o dente do elefante chamado marfim, e faziam a capa e colocavam uma folha em cima da outra costuravam.

              Eles também escreviam em pedra, em cavernas, cemitérios e palácios.

              Eles pegavam um ferramenta que tinha uma parte fina e a outra grossa e escreviam e batiam com um martelo.

            Por isso nós temos que cuidar de nosso caderno: não rasgar, não jogar, não rabiscar, não escrever letra feia e nem deixar em um lugar qualquer.

Texto 7

CADERNO, O NOSSO COMPANHEIRO.

Aluno: Johon Vitor Magraguagno

                 O caderno é muit importante. O caderno passou por várias gerações, feita de um planta chamada papiro, onde era amassada e deixavam secar e faziam folhas de caderno depois foi se modernizando e inventaram o pergaminho. Depois que esses povos usavam eles encoravam e guardavam.

              Daí eles inventaram outro jeito de fazer. Eles começaram a escrer nas pedras das cavernas, dos cemitérios e das paredes dos palácios.

               Eles faziam as folhas do papiro e a capa feita do couro dos animais e cortavam em folhas e costuravam com tiras de couro.

                Até que passou muito tempo e inventaram o caderno de hoje em dia, todos os estudantes tem o seu caderno.

Texto 8

CADERNO, O NOSSO COMPANHEIRO.

Aluna: Elenice dos Santos Bublitz

               O “Caderno” é um objeto que as pessoas usam para escrever.

            Tem países que usam uma lousa como caderno e escrevem tudo o que tem para escrever e apagam e guardam tudo na cabeça.

              Hoje em dia já existe todos os materiais como: borracha, lápis, lápis-de-cor, apontador, caneta, canetinha, estojo, mala, cola, gliter, caneta brilhante, etc.

              Para aprender mais a cuidar do seu caderno basta:

  • Não deixar orelha de burro.
  • Não deixar cair a capa.
  • Não deixar sujar.
  • Não rasgar folha do caderno.
  • Deixar ele bem encapado.
  • Não arrancar folhas.
  • Não deixar cair folhas.
  • Não deixar molhar.

domingo, 6 de junho de 2010

A COPA DO MUNDO ESTÁ CHEGANDO

A Copa do Mundo vem com tudo na escola EMEB Maria Luiza Martins Barbosa, todos os alunos estão se preparando; a escola está toda colorida, com as cores da Copa.
VAI LÁ BRASIL, O HEXA É NOSSO...

sábado, 22 de maio de 2010

TURMA DO 3º ANO 01 PROF. LAURECY

TEXTO 1
O MENINO QUE VIU UMA COISA
Aluno: Ariele Rosa
José era um menino muito baseaddo e tinha preguiça de ir a escola, um dia ele gazeou a aula e viu um casarão, no outro dia ele levantou cedo e entrou em um casarão subiu as escadarias e colocou o ouvido na porta e ouviu um barulho horrível. Abriu a porta e viu uma luz muito, muito forte e lá dentro havia uma fera horrível e deu uma gargalhada terrível e a fera falou:
-Entre, mas seja burro, porque se você entrar nunca mais vai sair daqui.
O menino deu um corridão que nunca tinha dado e ele de tanto correr se perdeu na mata e grito o mais alto:
- Mamãe!!!
Mas ele começou a notar que estava perdido ele se achou e disse a sua mãe:
-Eu te amo, mamãe.
Ele nunca mais gazeou aula, foi a aula todos os dias na sua vida e ele ficou famoso e viveu feliz para sempre.kklç





TEXTO 2

O MENINO QUE VIU UMA COISA
Aluna: Andréia de Oliveira
José era um menino muito baseado e um dia ele gazeou a aula e viu um casarão no outro dia ele levantou cedo e entrou no casarão e subiu nas escadarias e colocou o ouvido na porta e viu uma luz muito forte...
Ele ficou com muito medo e logo viu que era um disco voador e cantou para todo mundo mas ninguém acreditou nele depois ele disse:
- Que susto.
José aprendeu que não deve gazear aula porque pode acontecer alguma coisa de mal com a gente.






TEXTO 3
O MENINO QUE SE PERDEU NA MATA
Alunas: Arciele Rosa Castilho (8 anos)
Nicoli Mazzotti (8 anos)
Era uma vez um menino que não gostava de ir à escola, mas ele ia sem vontade.
Quando ele estava indo para a escola a sua amiga lhe falou que havia um casarão, cheio de tesouros. Curioso ele perguntou a ela:
- Onde fica o casarão?
Ela foi lhe mostrar. No dia seguinte ele levantou muito cedo e deixou sua mochila atrás de uma moita e subiu as escadarias e foi abrindo a porta e saiu uma luz muito forte, de trás daquela luz saiu uma criatura falando:
- Gazeando aula para vir me visitar, entre não tenhas medo, se você entrar não poderás mais sair.
Ele deu o maior corridão no menino, o menino acabou se perdendo na mata escura e assustado via vários olhos olhabdo para ele, gritou bem alto:
- MAMÃE, prometo que não vou mais faltar aulas.
Depois deste susto ele foi às aulas todos os dias e ele passou a ir a escola mais cedo e viveu feliz para sempre por ter feito a escolha certa.

TEXTO 4

O MENINO QUE VIU UMA COISA

Alunas: Cristiane Rinbeiro dos Santos(9 anos)

Gisele Prestes Cavaleiro (12 anos)

Rodrigo era um menino muito baseado e preguiçoso de ir a escola sua mãe estranhou de ter levantado tão cedo. O menino entrou em um casarão subiu as escadarias colcou o ouvido na porta como não ouviu nada resolveu abrir a porta e viu uma luz forte e viu um monstro que nunca queria ver.

Viu que o monstro estava vindo desceu as escadarias correndo e saiu do casarão e acabou se perdendo na mata, viu uns olhos assustador, então percebeu que era um sonho.

Ele então falou para sua mãe:

- Mãe, eu te adoro muito.

Deste dia em diante, nunca gazeou aula e aprendeu que faltar aula não é uma boa pedida.


quarta-feira, 19 de maio de 2010

4º ANO 02 AMARILDA.

Com o projeto leitura online, a turma da professora Amarilda, desenvolveu textos baseados na história lida no http://sitededicas.uol.com.br/hi8_p1.htm com o título: O MENINO QUE VIU UMA COISA. Segue abaixo alguns textos elaborados por essa turma.
Texto 1:

O MENINO QUE VIU UM BICHO FEIO
        Alunos: Jaderson Gustavo e Douglas Antunes.

           Era uma vez um menino muito preguiçoso que não gostava de ir para a aula. Um certo dia encontrou seu colega e disse:
           - Naquele casarão há um tesouro escondido, amanhã de manhã vou deixar minha mochila aqui nessa moita e vou explorar aquele casarão.
          No outro dia a mãe do menino estranhou por perceber que seu filho tinha acordado muito cedo.
          Ele empurrou a porta muito pesada e saiu  uma luz muito forte e ele viu  um bicho muito feio, saiu correndo, se perdeu numa mata muito escura e viu vários olhos estranhos olhando para ele.
          Chamou a sua mãe:
           - Mamãe! Prometo que nunca mais gazeio aluas.
          Aconteceu que ele só estava sonhando e no outgro dia foi a aula muito feliz e nunca mais gazeou aulas.



Texto 2


O MENINO GAZEADOR DE AULA

Alunos: Wesley Caetano e Willian G. dos Santos e João V. Semke








Texto 3

O MENINO QUE GAZEAVA AULA
Alunos: Yasmin R. Barbosa e Odair José Q. M Junior.
          Era uma vez um menino chamado Felipe. E em um belo dia no caminho para a escola ele viu um casarão e ficou muito curioso para saber o que havia lá dentro.
          No dia seguinte. Felipe acordou bem cedinho, sem ninguem perceber e então ele foi conhecer aquele misterioso casarão.
          Quando o menino chegou ao casarão encostou sua cabeça na porta para ver se não escutava algum ruido. Mas quando ele menos esperava a porta abiu-se sozinha. Para surpresa de Felipe lá dentro havia um monstro muito assustador, que disse:
          - Agora que você chegou aqui nunca mais vai poder sair, vai ficar aqui para o resto da sua vida. 
         De tão apavorado que Felipe ficou, começou a correr mas, para a sua alegria tudo aquilo tinha sido apenas um sonho.
         E no dia seguinte foi para a aula tranquilamente como qualquer outro aluno.



Texto 4.

O GAZEADOR DE AULA

Alunos: Izabel C. Peper, Aline C. dos Santos e Douglas F. Zarvetiski
          Era uma vez um menino chamado João. Ia sempre pelo mesmo caminho. Via um lindo castelo, um certo dia, ele mentiu para a mãe que ia a escola e foi no castelo.
        Ele abriu a porta e viu um monstro que disse:
        - Você vai ficar preso aqui dentro.....
        Ele saiu correndo e nunca mais entrou lá. Assustado percebeu que era apenas um sonho.








Texto 5
O MENINO QUE GAZEAVA AULA

Alunos: Luiz Henrique e Lucas

          Era uma vez um menino chamado Eduardo que estava indo à Escola quando viu um grande casarão, desviou do caminho e foi ver o que tinlá dentro, levou um susto pois viu um monstrengo que perguntou:
           - Você gosta de gazear aula menino?
          O menino respondeu:
           - Não. Vim ver o que tinha aqui dentro faz tenmpo que eu queria ver.
          O monstro falou:
          - Meninos que gazeam aulas não saem daqui de dentro mais....
         Era tudo um sonho e quando acordou ele falou a sua mãe que não iria mais gazear aula. Sua mãe lhe aconselhou dizendo que aquilo era feio e que o prejudicado era somente ele mesmo, o Eduardo.





Texto 6

MANSÃO ASSOMBRADA
Alunos: Paloma, Matheus e Leonardo.

          Era uma vez um menino que se chamava Luca que estava indo para a escola e encontrou um menina de sua classe que disse:
          - Está vendo aquele casarão? Dizem que lá tem um fantasama...
          Ele entrou e apareceu o tal fantasma que foi dizendo:
          - Você vai ficar comigo, Ha Ha Ha Ka para o resto da sua vida.
          Lucas sentiu tanto medo que desmaiou, quando acordou do desmaio nunca mais ele gazeou aula.
          Sempre acordava cedo e dizia:
         - Mamãe estou indo para a aula.






Texto 7
O GAZEADOR DE AULA
Aluna: Juliane de Freitas, Izamara A. Vargas Cleberson M. Pereira
          Era uma vez um menino chamado João. Ele tinha uma vontade imensa de gazeat aulas. Mas ele ouviu um comentário que num lindo casarão ghavia um tesouro escondido e a vontade de gazear aulas foi aumentando.
num lidndo dia ele disse a sua mãe:
          - Mãe voc^me acorda cedo amanhã por que eu quero ir ligeiro para a escola.
          Na manhã seguinte, sua mãe o acordou cedo.
         Ele foi direto para o casarão ver se erdade que tinha um tesouro lá. Subiu as escadas e colocou o ouvido na porta para ouvir se tinha alguém lá dentro, empurrou a porta e viu que uma luz acendeu e um enorme bicho apareceu e falou:
          -Você gosta de gazear aul?
          O menino respondeu:
          - Sim.
          - Pois de agora em diante você vai morar aqui comigo para sempre. - disse o monstro.
          O menino saiu correndo e o monstro correu atrás dele. O menino entrou numa enorme estrada deserta foi quando João se deu conta de que estava anoitecendo, sentiu medo, muito medo e começou a chorar chamando por sua mãe.
          Quando acordou viu que era um sonho e ele levantou da cama correndo e foi didar um abraço em sua mãe e seu pai e nunca mais pensou em gazear aulas.

terça-feira, 18 de maio de 2010

GINÁSTICA AERÓBICA

               Em épocas de muita chuva e frio, a forma encontrada pelos professores de Ed. Física para tornar as aulas mais dinâmica e criativas foi a de inserir a ginástica aeróbica nas aulas.
               A ginástica aeróbica consiste em executar  exercícios básicos de ginástica de forma dinâmica, com movimentos ritmicos ao som de uma música motivadora.
               Os principais elementos da ginástica aeróbica são: coordenação motora como gasto calórico e trabalhando as qualidades físicas de força, resistência, flexibilidade e ritmo.
               Durante as aulas de Ed. Física os professores ensinaram como executar alguns movimentos básicos e, posteriormente, divididos em grupos, os próprios educandos criaram as suas coreografias e apresentaram aos demais e as outras salas. 
               Antes de iniciar a ginástica aeróbica, todos fizeram alongamentos e ao final, todos utilizaram formas de ralaxamento.
               Foi uma atividade muito proveitosa, já que meninos e meninas praticaram a aeróbica sem nenhum tipo de preconceito ou discriminação.




Texto e fotos cedidos pelo professor de Ed. Física Wagner

PLANTÃO PEDAGÓGICO

Nesta sexta-feira, 14 de maio de 2010, houve o Plantão Pedagógico, para a entrega de boletins na escola, tendo em vista, problemas de comportamento e disciplina de alguns alunos, e também o fato de não terem horas de estudo em casa, foi mandado para os pais o texto abaixo, pedindo que lessem e assinassem, com o objetivo de conscientizarem os pais da importância de estarem atentos aos seus filhos.

De Olho no Boletim


Os viajantes primitivos consultavam as estrelas para se localizarem à noite.

Os pilotos consultam painéis de controle do avião para checar o vôo.

Os médicos analisam exames de laboratórios para acompanhar o tratamento dos seus pacientes.

Os pais têm o boletim escolar para saber como estão os seus investimentos nos estudos dos filhos.

 

Boletim não se negligencia

         É importante os pais estarem atentos às provas, conferirem os boletins da escola desde o inicio do ano e comentarem o resultado com o filho. Faz parte da vida cobrar o que se delega. O filho tem o poder de estudar. Os resultados podem ser melhores quando se cobra o boletim.

        Pais que não acompanham o boletim correm o risco de serem surpreendidos por reprovações. A repetência escolar geralmente reflete duas falências: a do próprio repetente e a dos pais, cujo investimento só deu prejuízo.

       O que magoa e revolta os pais é a reação do filho à sua repetência com uma grande indiferença. Até parece que não foi ele que repetiu de ano. Os pais ainda se preocupam com a auto-estima do reprovado, como o filho vai olhar seus colegas aprovados, como vai ser visto pelos mais novos colegas de classe...

       Todos esses sofrimentos e prejuízos poderiam ser evitados caso o boletim não fosse negligenciado. É impossível que um filho bem-sucedido, normal, numa escola média, não consiga recuperar um primeiro bimestre mal feito.

        Infelizmente o boletim, apesar de ser muito precário, ainda é um dos únicos meios de avaliação para acompanhar o desempenho do estudante. Portanto, não importam quais sejam as conversas, explicações ou desculpas dos filhos, nada deve justificar uma nota baixa e muito menos uma repetência escolar.



Deixa tudo para última hora

       Se o filho estuda só na ultima hora, isto é, na véspera da prova, significa que pouco ou nada estudou durante o mês.

       O cérebro não tem condições de transformar em conhecimentos muitas informações de uma só vez. Ele tem que observar as informações e incluí-las no corpo do conhecimento através do seu uso.

      Como na véspera da prova o tempo não é suficiente para desmontar tantas informações, elas ficam encostadas no organismo por pouco tempo até serem devolvidas como entraram ou perecerem por falta de uso. É o mecanismo de ação do “decoreba”, que é o estudo de ultima hora, na véspera da prova.

       É como se o tempo de validade do “decoreba” fosse até a hora da prova, quando ele deve ser gasto. Se passar dessa hora, “vence” a validade e o estudante não mais se lembra do que decorou. Assim, tem que “engolir” o mesmo texto ou livro outra vez. É por isso que os “estudantes decoreba” ficam muito bravos quando a tal prova é adiada.



Delegar e cobrar

        Quando o professor passa uma lição de casa, deveria cobrá-la no dia seguinte. Caso não a cobre, o adolescente também não a fará.

        É muito importante que os pais e professores cobrem o que delegaram e apliquem devidamente as diferentes conseqüências já previamente combinadas.

        Os pais delegaram aos seus filhos o poder de estudar. Esta claro que têm que cobrar o boletim.



Estudar é Essencial

        Estudo não se negocia, ele é importante não só para a capacitação e a formação pessoal, mas também para o beneficio e qualidade de vida da família e da sociedade.

       É um estudar para aprender. Pois a pessoa que estiver sempre disposta a aprender é a que vai sobreviver a essas revoluções do conhecimento. Quem se achar sabedor de tudo e parar de aprender amanhã será ultrapassado por quem continuou aprendendo.

       É preciso ter consciência da necessidade de aprender. O aprendizado não faz mal a ninguém, pelo contrario, a sua falta é muito prejudicial. Quanto mais se sabe, mais se quer aprender.

      Nenhuma casa do saber será honrada se não conseguir transmitir aos seus alunos o respeito e a gratidão aos seus professores. Estes valores deveriam vir de casa, praticados na escola para se transformar em beneficio social.



        Texto retirado do livro: Adolescentes, quem Ama, Educa. Autor Içami Tiba. Paginas: 198 a 214. Editora Integrare. 14ª Edição.



       Pais!

       Por favor, leiam e assinem.


     Ass. Pais/ Responsáveis_________________________
Abril/2010

Para finalizar obtivemos uma porcentagem muito alta de pais vindo buscar o boletim de seu filho na escola. Objetivo alcançado, os pais agora, estão entendendo o valor de sua presença na vida escolar dos seus filhos.
 PARABÉNS PAIS, A VOCÊS QUE VIERAM, E MUITO OBRIGADA POR ESTAREM JUNTOS NESSA LUTA PARA UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE AO SEU TESOURO, QUE É O SEU FILHO.